sábado, 7 de fevereiro de 2009

Jo6: 48 - Eu sou o pão da vida.





Lembro quando a mãe chamava para as refeições dizendo: “Tá na mesa, não demorem , vai esfriar a comida”. Toda a família se juntava a beira da mesa, cada um em seu lugar, o pai tinha o lugar de destaque na cabeceira da mesa. Aquela comida tão bem preparada. Ingredientes como feijões, arroz, batatas, alfaces, couves, cenouras escolhidos com precisão de artesão para que o resultado fosse uma alimentação sadia que sustesse a todos. O pai sempre sentava no horário marcado e aguardava que todos nós fizéssemos o mesmo. Meu pai trabalhava muito para suprir nossas necessidades, nunca deixou que nos faltasse alimento. No domingo a comida era especial, lembro dos olhinhos brilhantes de minha irmã quando a comida era servida. Como é bom uma refeição em família!
Abro minha Bíblia em João 6:48 onde Jesus declara que é o pão da vida e que quem comer desse pão não terá fome. Jesus é o pão vivo que desceu do céu, o maná imperecível, a Palavra de Deus, logos e rhema, o alimento da alma e do espírito humano. Jesus é a Bíblia, a Bíblia é Jesus!
O Pai tem chamado seus filhos à mesa como sempre. JESUS, o Pão da Vida, tem sido servido todos os dias, quentinho, saboroso, pronto para alimentar multidões como sempre, mas a família tem mudado em muito os seus hábitos. Alguns já dizem serem mais refinados, outros dizem querer algo mais leve, outros querem refeições mais rápidas porque não têm tempo, outros só fazem um lanchinho e tem os que dizem que comer fora é melhor.
A mesa agora já não é a mesma, a família mudou muito:
Os mais refinados têm cursado muitas faculdades, têm sentado no banco de muitas escolas de “culinária”, já fazem o seu próprio pão!
Os que querem algo mais leve (light) justificam-se por não agüentarem mais o pão, é pesado e engorda muito!
Os que não têm tempo querem refeições mais rápidas, pois na casa do Pai são obrigados a esperarem uns pelos outros, não dá!
Os que só fazem um lanchinho se acham muito jovens para comer essa comida. É comida de velho meu!
Comer fora é melhor, dizem os que querem provar outros temperos e sabores, o desconhecido é melhor!

O Pai continua a cabeceira da mesa, a Sua casa continua a mesma: “Portas abertas e mesa farta”, Seu filho unigênito (1Jo 4:9) sempre presente, Sua Palavra sempre viva e eficaz (Hb 4:12), Seu amor (Rm 8:38) inseparável.
Um bom prato de feijão com arroz sustenta e da força ao corpo físico, alimento simples que se torna o mais nobre no nosso dia a dia, assim é a Palavra de Deus. Ela deve ser o nosso alimento espiritual, deve ser ingerida no nosso dia a dia, com simplicidade nos revelará a sua nobreza!
Disse Jesus: - O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre. (Mt 24:35)

Irmão Nelton

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

ÓLEO DO IMPOSSIVEL?

Pode uma coisa dessas? Reparem nas letras miúdas, leiam Tiago 5:15 e tirem suas conclusões.
Postem um comentário crentes!!

RELIGIOSO OU CRISTÃO?


Você já reparou que acostumar-se com algo não exige muito esforço? Repare no fato de alguém entrar em um recinto com um perfume muito doce e forte. Todos irão reparar. Alguns não gostarão, outros até se sentirão mal. Agora se você não pode sair deste local você naturalmente acaba se acostumando com este odor. Seja ele bom ou ruim.
Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós. Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.
O que fez Jesus com os vendilhões do templo? Não estavam os homens daquela época acostumados com eles? Não estavam adaptados àquela situação? Vejamos qual é a posição do Senhor…
II. Jr 2.13; Ap 2.4-5
O que é uma cisterna? É um local para amarsenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências dos passado. Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.
Com freqüência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.
Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais. Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.
Cada dia que passa aumenta a polarização que o Senhor nos falou em Ml 3.12-18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

IV.Conclusão
O que o Senhor quer de nós?
O que o Senhor espera de você?
O que você tem feito?
Que tipo de homem você é?
O nosso Deus e Pai não é um Deus de desordem, Ele deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

CAMINHOS DA IDOLATRIA


A novela “Caminhos da Índia”, que entrou no ar há poucos dias, tem os ingredientes costumeiros dos folhetins globais: triângulo amoroso, adultério, distorção da realidade (a Índia deles é só beleza), futilidade e estímulo à dissolução do casamento. Esses já são motivos mais que suficientes para que pessoas sensatas (especialmente cristãos) não percam seu tempo precioso em frente ao televisor num horário em que milhões deixam de entreter relacionamento verdadeiro com a família ou de ler um bom livro para se emocionar com os personagens novelescos.
No que diz respeito a “Caminhos da Índia”, os cristãos deveriam ter outras preocupação: a novela está servindo de “recurso missionário” para os valores e crenças do hinduísmo, com seus milhões de deuses que são adorados das mais diversas maneiras. Cada um tem o direito de divulgar as ideias que bem entende (faço isso aqui no blog), mas não devemos esquecer de que, quando o personagem é evangélico, as novelas da Globo não perdem a chance de apelar para o deboche e o estereótipo.
Que tal aproveitar a deixa e parar de ver novela (se é que você faz isso)? E mais: desligando o televisor na hora do folhetim, os cristãos brasileiros estariam manifestando sua opinião contrária à parcialidade religiosa da emissora.
Mas, se você não liga pra isso, continue vendo sua novelinha..

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